Checklist de volta às aulas.

  • Cheque os calendários para ver quais os feriados, eventos escolares e aniversários de amiguinhos, para ir se programando.
  • Limpar o armário, tirando as roupas que seus filhos não usam mais.
  • Organizar o quarto deles, deixando a escrivaninha bela e pronta para recebê-los no horário da lição de casa.
  • Fazer uma lista com tudo o que eles precisam, de roupas a itens de escola.
  • Organizar uma rotina de lavanderia mais intensa.
  • Planejar a compra de todos lanches para colocar nas lancheiras durante toda a semana.
  • Providenciar uma cópia do horário de matérias para acompanhar o dia-a-dia.
  • Aproveitar enquanto você ainda tem o controle de tudo…
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Hello world!

Welcome to WordPress.com. This is your first post. Edit or delete it and start blogging!

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Privado.

Bom, o blog está oficialmente restrito. Tomei essa decisão porque vou lançar o portal daqui a um mês e vou levar uma espécie de blog público para lá, se for o caso. Não vou adicionar muita gente aqui não – só família, amigos, conhecidos e amizades feitas na internet – pouquíssimas pessoas. O que me deixou até nervosa foi receber um monte de recados que mais pareciam intimações, tipo: “caramba, não acredito que você me bloqueou no seu blog” de gente que eu nem conheço. Algumas pessoas que também eram frequentes, mas eu não tenho ideia de onde são, eu acabei bloqueando, porque né? Vai saber. O que as pessoas não entendem (ou não querem entender) é que eu trabalho com internet e tenho minha vida muito exposta. Não quero deixar um blog pessoal público e acabou. The end. Tem que ser muito cara-de-pau para ver que o blog está restrito e me escrever perguntando se pode acessar. Tive que colocar um aviso no Facebook para não ser considerada antipática, mas é isso e pronto.

O portal vai existir para eu escrever tudo o que escrevia aqui sobre rotinas, dicas etc, mas sem expôr o Paul. Quero ter o blog para falar de coisas pessoais, sabendo quem lê. Simples assim.

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Febre do Paul, novo corte de cabelo, batom e site chegando.

Essa semana o Paul teve a sua primeira febre. Chegou de repente, do nada. Notei que ele estava mais quente que o normal, medi e estava quase 38 graus. Isso na terça à noite. Dei paracetamol e dormimos. Na quarta, ele acordou manhoso e ficou assim o dia inteiro. A febre ficava em 37,5 e 37,8, mas nunca acima disso. Dei paracetamol a cada seis horas (segundo a recomendação da pediatra em consultas anteriores) e, sempre que dava, a febre baixava. Até que, ontem de noite, em vez de abaixar, ela aumentou. Quando bateu 39 graus, peguei a bolsa dele, o guarda-chuva (estava chovendo muito, como é normal nessa época em SP) e fomos nós três de táxi até o Hospital das Clínicas (que é bem perto daqui).

Resumindo a ópera, chegamos lá à meia-noite (ele tinha mamado às 23h e tomado o remédio às 23h30) e saímos somente depois das 7h. Jamais imaginei que demoraria tudo isso, mas eles quiseram fazer todos os exames possíveis para garantir que não fosse qualquer tipo de infecção ou bactéria no sangue. O exame de sangue foi de cortar o coração – quase peguei o Paul e saí correndo dali com ele. Ele chorou muito, de soluçar, e demorou demais para se acalmar. Depois, sempre que o deitávamos na maca, ele chorava achando que fossem fazer de novo. =/ O de urina também foi tenso, pois foi necessário inserir uma sonda no pipizinho dele. Horrível.

Não imaginamos que demoraria tanto, então não levei leite, roupa extra, chupeta, nada. Só uma manta e fraldas para trocar. Ele ficou acordado, dormindo pouco tempo (duas vezes durante a madrugada). O hospital forneceu leite (NAN 1 Confort), mas ele só tomou na segunda vez, lá pelas 5h da manhã. Foi bem cansativo e eu até chorei enquanto ele fazia os exames. Não quero que ele sofra desse jeito nunca mais.

No final das contas, ele não estava com nenhuma infecção, nem pneumonia (tirou raio x também), nem gengiva inchada (apesar de a minha avó continuar jurando que essa febre é coisa dos dentes superiores). Ele não estava com nenhum outro sintoma – só febre, manha e recusa a comer. A recomendação foi a seguinte: voltar imediatamente se ele estivesse com dificuldade para respirar, molinho ou com manchas pelo corpo. Para medicar a febre, não mais paracetamol, mas dipirona (que nunca dei a ele). Se a febre continuar, voltar amanhã (hoje, no caso, sexta) para ver se apareceu algum novo sintoma. Ok.

Ao chegar em casa pela manhã, medimos a febre dele e estava em 37 graus. Fomos dormir achando que ele dormiria bastante, mas acordou às 10h. +_+ Eu estou sem dormir desde então, super cansada, mas parece que chega a noite e eu desperto. O bom foi que ele dormiu à tarde normalmente e, de noite, apesar de ter chorado como no dia anterior, dormiu, mamou a mamada dos sonhos e agora segue capotado aqui ao meu lado. Não teve febre durante o dia inteiro. O máximo que a temperatura chegou foi a 37,5. A médica disse para medicar somente se passasse de 37,8. Ainda bem!

* * * * * * *

Bom, tirando todo esse processo sofrido, hoje eu fiquei de saco cheio do meu cabelo e resolvi cortar a franja. Usei franja a minha vida inteira e, apesar de achar que fico até bem sem, estava sentindo falta. Não sei se é por lembrar de quando eu era mais nova, a questão da jovialidade e tal, mas fui até o banheiro e cortei rapidinho. Não achei que ficou ruim, mas depois quero ir ajeitar em um salão de verdade (mas só quando eu estiver trabalhando, porque né $$$).

Isso também me leva a contar que risquei mais um item da minha lista de 30 coisas: encontrar meu tom perfeito de batom! Estou totalmente obcecada com esse batom laranja (nem chamo de coral porque é laranjão mesmo). É da Natura, linha Aquarela.

Vocês se lembram que eu comentei também que ia aproveitar a onda do blog para criar um site sobre maternidade? Então, está acontecendo. Já comprei o domínio, contratei a hospedagem e, se der tudo certo, em cerca de um mês coloco no ar e divulgo para vocês. É MUITA coisa para escrever e eu estou com um certo medinho de não dar tempo, mas é aquele medo gostoso, sabem? No geral, estou bastante empolgada com ele!

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Please don’t stop the music.

São 8h30, está chovendo e todo mundo está dormindo. Paul acordou às 6h30, dei a mamadeira e ele dormiu de novo. Não sei até que horas vai. Entre o Natal e o ano novo ele estava mamando entre 7h e 8h e dormindo até bem tarde, tipo 11h, meio-dia. Não quis arrumar a rotina porque no revéillon ele também dormiria mais tarde (porque fomos para a casa da mãe do Ande, senão teria sido normal por aqui). Acontece que ontem mesmo ele acordou mais cedo (às 8h) e hoje às 6h30, porque rolou no berço e bateu a cabeça na grade (nós tiramos o protetor da frente há uma semana, para não servir de trampolim). Mas ele tem dormido bem no berço – só no ritual do sono que é mais dependente da gente – aí entra aquela questão de eu não fazer as coisas sozinha etc.

Ontem eu estava relendo o livro rosa da Tracy Hogg e já planejando algumas ações para quando o Paul completar um ano, como a questão do desfralde etc. No capítulo do PU/PD, na parte sobre bebês de 8 meses a 1 ano, ela é enfática ao dizer como a paternidade acidental aparece em sua pior forma e que qualquer solução é mais difícil. Com relação ao que costumamos fazer, só acho que o ritual do sono está errado. Impossível colocar o Paul acordado no berço e ele adormecer sozinho – mesmo ele tendo feito isso até os seis meses, porque eu o ensinei assim. Passou dessa idade, o Ande ficou encarregado de colocá-lo e sempre preferiu fazê-lo dormir na cama com ele, para depois colocar no berço, e então ferrou-se. Gostaria de mudar isso, mas não sei como. Ele já está super acostumado e é um procedimento rápido, mas penso no futuro, pura e simplesmente. Vocês se lembram que eu já comentei diversas vezes aqui sobre a questão de não monopolizar a educação do filho se pai e mãe pensam diferente? Pois é. Longe de querer jogar a culpa nele, mas esse é um exemplo.

Eu quis entrar aqui e comentar algo pois tenho medo de esquecer e não registrar. Paul sempre gostou de música, qualquer uma, mas tem suas preferências. Quando a minha avó fica com ele, ela muitas vezes o coloca no carrinho e fica na garagem balançando e cantando “vamos passear no bosque, antes que o seu lobo venha… venha, seu lobo, venha, seu lobo!”. Ele adora! E agora é a música que o faz parar de chorar se faz alguma manha na hora de dormir. O mais engraçado de tudo é que, quando termina a música, ele está olhando fixamente para o teto, com a chupeta na boca, então emite um “ham!” alto, como se estivesse pedindo para continuar a cantar. E é muito isso mesmo porque já fiz alguns testes e acabo dando risada, porque é tão engraçado. No dia 31, que precisamos pegar três metrôs e dois ônibus para ir à casa da minha sogra (dies), quando ele ficava entediado eu cantava a tal música, e quando terminava ele fazia o tal “ham!”. Daí toco eu a cantar novamente.

Ontem, voltando para casa, só tive mais certeza de como precisamos de um carro. Eu sinceramente nunca fiz questão, sempre gostei de andar a pé e não me importava com transporte público, mas com criança não dá. Além do tempo que se perde esperando um ônibus passar (e a criança ficando impaciente), tem a questão da “bagagem”. Sempre tem a mochila cheia de coisas quando precisamos ir para a casa da mãe do Ande e deixamos de levar muitos itens essenciais por conta disso. Carrinho, cadeirinha de colocar na mesa para comer etc. Quando eu arranjar um novo emprego, vai ser a primeira providência: juntar dinheiro para o carro. E também facilitará horrores para o Ande com relação à banda e tudo o mais, porque carregar equipamento às vezes cansa.

Sinceramente, também ainda não sei o que eu farei com o blog, se privatizarei ou não. Por um lado, é a coisa certa a ser feita, mas por outro, acho que só tirar as fotos já é ok. Enquanto eu não coloco no ar o outro blog que tenho em mente (e nem pensei em nome, fiz planejamento, nada, só tive a ideia), acho que vou levando assim. Veremos.

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10 Coisas Para Você Simplificar Agora

(Imagem: Getty Images)
Suas posses. Todos nós temos coisas de acordo com o nosso poder aquisitivo. Para alguns, é normal ter uma casa em cada praia preferida, enquanto outros sequer tem uma casa própria. Avalie o que você possui e procure abrir mão de algumas coisas. Menos posses significa menos contas, menos problemas, menos dor de cabeça. Será que não vale a pena alugar uma casa na praia em vez de ter uma permanente lá? Você realmente precisa ter uma casa a mais somente porque sua condição financeira permite? E mais de um carro?
Sua alimentação. Informação não falta a ninguém: todos sabemos que alimentos processados e industrializados fazem mal, então por que comemos? Comer menos também significa manter o cérebro ativo, “com fome”. Já reparou no estado letárgico que ficamos quando comemos demais? Isso não é saudável nem produtivo. Coma menos.
Seus compromissos. Ninguém tem tempo nos dias de hoje – fato. Será que não temos compromissos demais? É claro que a maioria deles, principalmente os compromissos relacionados ao trabalho, é praticamente inadiável. Mas aquelas 32 reuniões semanais precisam mesmo acontecer? E aquela viagem de vistoria da empresa, precisa ser mensal? Ter compromissos pessoais e profissionais é uma ótima maneira de nos manter vivos e ativos, mas compromissos demais também não são uma coisa assim tão boa. Procure reduzir o que puder. Ficar sem fazer nada não é crime.
Sua vida online. Ninguém precisa estar sempre conectado às redes sociais, a não ser que este seja o seu trabalho. No seu uso pessoal é possível reduzir, de qualquer forma. Não é necessário entrar todos os dias no Orkut ou no Facebook, postar cada passo no Twitter e por aí vai. Perde-se um tempo enorme nessas redes.
Seus objetivos. Ter metas e objetivos é fundamental para termos sucesso em diversas áreas da nossa vida, mas às vezes nos afogamos no cronograma que montamos para nós mesmos. Todos nós podemos ter tudo o que quisermos, mas precisa ser ao mesmo tempo? Será que o mestrado não pode esperar mais alguns anos, de modo que você possa se dedicar mais aos seus filhos pequenos?
Seus contatos. Ninguém é obrigado a atender o telefone toda vez que ele toca, nem a responder um e-mail imediatamente ou uma mensagem no celular.
Seus pensamentos negativos. Ninguém precisa assistir ou ler notícias desagradáveis diariamente. Poupe sua cabeça desse tipo de informação, que só ocupa espaço e gera frustração. Quando pegar a si mesmo pensando em algo de forma negativa, discipline-se para cortar o pensamento imediatamente. Ver o lado negativo não leva à nada.
Suas dívidas. Se você tem dívidas financeiras, esforce-se para quitá-las e não faça outras. Simples assim.
Suas palavras. Fale menos e ouça mais, pois geralmente todo mundo fala demais. Seja diferente pelo fim da poluição sonora. O silêncio vale ouro.
Sua capacidade de fazer mil coisas ao mesmo tempo. Já foi-se o tempo em que fazer diversas atividades ao mesmo tempo era considerado algo louvável. Vale muito mais a pena fazer uma coisa de cada vez e bem. Deixe para fazer mais tarefas ao mesmo tempo quando elas não demandarem atenção – tarefas no automático, que você não precisa se concentrar para fazer. Para que tanta pressa? Sua vida está passando por você sem que você perceba.
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O primeiro revéillon do Paul.

Foi super tranquilo. Passamos na casa da mãe do Anderson e estava toda a família dele lá (irmãs, sobrinhas). Paul ficou super bem e nós até conseguimos passar algumas horas na casa de alguns amigos, que fizeram um churrasco. Ele dormiu das 18h às 20h e ficou acordado até depois da meia-noite. Não chorou com os fogos, mas ficou tipo “meldels, que está acontecendo?”. Fiz questão de ficar com ele no colo durante o furor da virada e foi a melhor coisa que eu fiz, porque ele ficou numa boa. Depois disso, ele ainda ficou um bom tempo acordado, até tomar o leitinho e finalmente dormir. Dormiu bem a noite toda até umas 9h, quando fizemos o primeiro leitinho da manhã e ele ficou na sala brincando com a família. Eu ainda dormi até o meio-dia (hoho, nem me lembrava do que era isso).

O dia hoje foi de ressaca total! Aproveitamos que o Paul estava se divertindo horrores com um montão de gente e pudemos descansar bastante. Eu mesma fiquei deitada um bom tempo, pra descansar mesmo. Quando ele tirou a soneca da tarde, dormi ao mesmo tempo e fiquei super bem disposta quando acordei (antes dele, até). Uma pena que fiquei enjoadérrima vindo para casa, depois da comilança mais ônibus balançando.

O bom da coisa toda é que sabemos que o Paul fica super bem na casa dos meus sogros também, mesmo para dormir de noite sem a gente. Isso dá uma liberdade maior para eu poder fazer outras coisas, como sair para ver o Anderson tocar uma vez ou outra, por exemplo.

Queria desejar um 2011 maravilhoso a todos vocês que lêem o blog! Tenho tantos planos para os próximos meses que a ansiedade bate forte! Mas sabe o que é melhor? Já está acontecendo! Yey!

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