Dicas para mães de primeira viagem (como eu).

Escrevi este post para ajudar algumas mamães de primeira viagem que possam estar passando por situações parecidas com as minhas. Espero que ajude. =)

Editado em 05/09/10, depois que o meu filho já nasceu e eu passei por todas as estapas. Os comentários estão em cor-de-rosa.

Sintomas. Quando eu descobri que estava grávida, eu já sentia. Ok, estávamos tentando, então uma hora acabaria acontecendo, mas eu me lembro que me sentia diferente. Não fiquei enjoada no comecinho, só lá pelo terceiro mês, e mesmo assim nunca vomitei. Só dava aquela náusea esquisita. Mas enfim, eu sentia meus seios doloridos o tempo todo. Geralmente, quando eu estava para ficar menstruada, eles doíam, mas não mais que 2 ou 3 dias antes de descer. E eles já estavam doendo bastante há mais de 1 semana, então achei esquisito. Além disso, sentia muita cólica, igual à menstrual, e estava até tomando remédio para a dor. Essa cólica me acompanhou durante muito tempo. Foi ficando mais amena lá pelo 5º mês, e agora sinto de novo, apesar de não ser tão intensa quanto no começo. A cólica começou a ficar acompanhada de fisgadas tensas lááá embaixo, que são normais no final da gravidez.

Teste de farmácia e o beta. Eu já tinha colocado na cabeça que estava grávida quando resolvi fazer o teste de farmácia, numa sexta-feira à noite, depois de voltar do curso que eu estava fazendo. Nem quis esperar a primeira urina do dia (que dizem ser a mais concentrada e que oferece resultados mais precisos) – cheguei em casa e fiz. As duas linhas apareceram nitidamente. Fiquei rindo como uma boba com aquilo. Liguei para o Ande no ato (ele estava saindo do trabalho) e ele ficou todo bobo também. No dia seguinte, fui até o pronto-socorro e fiz o beta. Esperei (ansiosamente) umas 4 horas pelo resultado e demorei um pouco pra abrir o envelope… porque estava com medo de dar negativo. Eu já me sentia grávida e ia ser muito ruim não estar. Mas abri e lá estava o positivão, estampado em letras enormes, e a primeira coisa que fiz foi ligar pro Ande pra confirmar, ele quase desmaiou, kkk.

Contar para a família e amigos. Não esperamos não – contamos logo pra todo mundo. Todos ficaram contentes. Alguns ficaram preocupados, porque eu tinha acabado de sair do meu emprego, mas nunca brigaram ou nada do tipo.

Medo de ter algo errado ou acontecer alguma coisa. Acho que toda grávida tem, no começo. Eu ficava muito ansiosa, esperando mais da minha GO, querendo fazer outros exames, lendo e pesquisando muito. Vou falar o que mais me ajudou de verdade: ler o livro “O Que Esperar Quando Você Está Esperando”. Quando descobri que estava grávida, foi a primeira providência que eu tomei – comprar. Queria ter um “guia oficial” pra me acompanhar a gravidez inteira, e ele é ótimo porque é aquele livro que “toda mulher grávida lê”, é best-seller, e acompanha a gravidez mês a mês. Ele esclareceu muitas dúvidas que, sem ele, teriam me deixado pirada. Toda vez que eu sentia algo, lia lá que era normal ou que era isso e aquilo, e ficava tranquila, ao menos, por saber o que fazer. Mas sei que fiquei muito ansiosa por nunca ter passado por aquilo nem acompanhado a gravidez de alguém de perto. Se eu tiver um segundo filho, com certeza ficarei mais relax no começo. Vou reforçar aqui a importância de sempre perguntar ao médico se acha que tem algo errado. Nunca sabemos, especialmente se estamos grávidas pela primeira vez. Não tenha medo de se passar por boba. Melhor isso do que acontecer algum coisa.

O que eu fiz. Como não estava trabalhando, procurava descansar bastante, dormir sempre que desse vontade e beber muita, mas muita água. Comecei a tomar o polivitamínico somente quando a médica receitou, com 6 semanas. Comecei a treinar dormir de lado desde o início, pra acostumar, mas hoje me arrependo disso, pois devia ter aproveitado mais esse tempo (morro de saudade de quando podia dormir de bruços!). A atitude mais importante de todas é pensar sempre no melhor, não no pior. Sei que é difícil quando tudo nos preocupa e não sabemos o que está acontecendo, mas pirar não resolve nada.

Sangramentos. Não tive o famoso sangramento com 8 semanas que muitas grávidas têm, mas com 18 semanas fui fazer xixi e saiu bastante sangue (o suficiente pra manchar o papel higiênico quase inteiro na minha mão). Fiquei desesperada e fui para o hospital na hora. Chorei, xinguei meu marido, total descontrol. Depois de HORAS, fiz um ultrasom, exames de urina no geral e a origem do sangue era desconhecida. Nunca mais aconteceu e nada tinha prejudicado o nosso bebê. Cheguei à conclusão que essas coisas acontecem, porque imagina, é o útero crescendo dentro do corpo, então fica tudo super sensível lá dentro. Depois disso, tomei utrogestan (segundo recomendação do meu GO) e fiz repouso durante algumas semanas.

GO. Quando descobri que estava grávida, marquei uma consulta com a primeira médica do convênio que tinha horário antes. A primeira consulta foi uma decepção – achei que ela explicaria um monte de coisas, me amontoaria de explicações, mas que nada. Foi super fria e nem me avaliou direito. Pediu um monte de exames e marcou a consulta só para depois de 1 mês. Fiquei brava, mas ok. Fiz os exames na semana seguinte e só levei os resultados depois de um mês, na consulta marcada. Qual foi a minha surpresa quando ela disse que eu estava com uma infecção urinária fortíssima, que poderia inclusive ter causado um aborto. Oi? Então assim, eu fiquei um mês com essa infecção sem nenhum tratamento? Isso me deixou passada, e foi quando eu decidi que queria arranjar outro GO. Minha mãe pediu a recomendação para uma amiga pediatra, e ela indicou o dr. João, que é o GO que caiu do céu. Ele sempre foi MUITO atencioso e, assim, outro patamar. Foi a melhor coisa que eu fiz. Sem ele, eu estaria perdida – literalmente. Então, um conselho que eu dou mesmo é o de sempre trocar de GO se não estiver satisfeita. E é uma sorte se você acertar de primeira.

Movimentos do bebê. Eu achei que, por ser gordinha, sentiria com menos intensidade os movimentos do bebê. Mentira! Dá pra sentir igualzinho e não tem nada a ver, porque na verdade você sente por dentro, né, não por fora. Então, grávidas gordinhas, não temam por isso!

Tem alguma dúvida? Vá ao pronto-socorro! Se eu estava me sentindo diferente, com a pulga atrás da orelha por qualquer sintoma esquisito, depois da coisa da infecção urinária eu passei a ir até o PS sempre que sentia que havia algo errado. E é a melhor decisão, sabem. Pelo menos você vai lá, esclarece as dúvidas, faz alguns exames, e fica tranquila. Melhor do que ficar em casa encanada e, pior, tendo alguma coisa que não era pra estar acontecendo e pode prejudicar vocês! Fico doida quando leio na internet alguém postando algo tipo “sangrei muito ontem e hoje, não sei o que pode ser”. Menina, vai pro PS! Não fica esperando a resposta aparecer na internet! Isso não é brincadeira.

Alimentação. Passei a controlar mais, mas não pirei. Não deixei de comer pizza, por exemplo – só comi menos e pedi sabores mais saudáveis, tipo atum com cebola em vez de frango com catupiry. Mas manter uma dieta balanceada é o melhor. Parar de comer tudo o que você comia não funciona com ninguém. O que eu não como: carnes cruas no geral, de sushi a kibe cru no restaurante libanês e verduras/legumes/frutas fora de casa. Só como coisas cruas que eu mesma tenha lavado (mas carne, nem assim). Alimentar-se direitinho já é um treino para depois, na fase da amamentação, então é bom já ir se acostumando a parar de comer besteiras.

Barriga começar a crescer. Eu já era gordinha, então desde o começo ela já ficava dura e mais empinada, diferente. Mas começou a crescer mesmo lá pelo quarto mês.

Peso. Engordei bastante antes de engravidar, então nos primeiros 5 meses engordei menos de 1kg por mês, em média. No Natal, engordei coisa de 2kg, mas inclua aí retenção de líquido etc. Hoje me pesei e estava com 93,9kg, o que significa que engordei menos de 10kg até agora. Não me lembro de quanto eu estava pesando exatamente antes de engravidar, mas creio que entre 84 e 86kg. No dia do parto, estava pesando 97kg. Emagreci 10kg no começo da amamentação, mas engordei de novo porque eu comia muito muito muito. Não façam como eu e se cuidem! Engordei bastante no último mês de gravidez, talvez pela ansiedade mesmo.

Estrias. Como minha mãe não tem estrias até hoje, achei que não teria também, apesar de ter algumas estrias que apareceram na adolescência, quando eu dei uma engordadinha. Porém, desde o início da gravidez, passo muito óleo de amêndoas depois do banho, hidratante de 1 em 1 hora, e bebo MUITA água. Mesmo assim, no sétimo mês, elas apareceram na barriga. Eu cuidei pra caramba, não cocei (e coça demaaaais), e mesmo assim elas apareceram. Então… se cuide etc, mas não pire, porque se elas tiverem que aparecer, vão aparecer independente dos seus cuidados. Hoje estou fazendo um tratamento com um dermatologista. É o jeito.

Roupas. No começo, conseguia usar minhas camisetas normais. A primeira aquisição foi uma calça de malha com elástico na cintura, que eu não tinha porque só usava jeans. Com o tempo, comprei também uma bermuda e uma calça jeans próprias para gestantes. Achei que valeram a pena, porque uso muito. Blusinhas e camisetas, comprei de malha molinhas e larguinhas. Não paguei caro em nada. Comprei também calcinhas folgadas e outras mais firmes, porém grandes, para levar para a maternidade, mas tudo baratinho. Comprei alguns caftans também, além de bijous, maquiagem etc. Tem que complementar nos acessórios. Veja se consegue roupa emprestada. Elas dão uma força. Acho melhor comprar umas roupas confortáveis do que usar emprestadas, porque você ainda usará bastante no pós-parto.

Cansaço. O cansaço do primeiro trimestre é extremamente diferente do cansaço do terceiro tri. Ambos são ruins, mas no terceiro tri, além do cansaço, você tem o peso da barriga, as dores nas costas, as cólicas, as contrações, a tontura, a falta de ar, o medo do trabalho de parto, a dificuldade de dormir, o inchaço etc. Espere até o pós-parto!

Sexo do bebê. Ficamos sabendo só com 19 semanas. No ultra com 14, não deu para ver. E olha que é menino. Nós até pensávamos que era menina porque não tinha dado pra ver com 14 semanas.

1º ultrasom. Fizemos quando eu estava com 6 semanas. Deu pra ouvir os batimentos, ver o embrião (bem pequenininho, um fowfo) e o saco gestacional. Esse primeiro ultra foi transvaginal, e todos os outros foram abdominais.

Idade gestacional. Como eu não lembro a data da minha última menstruação, estamos seguindo a sugestão do ultra, que diz que a DPP é dia 24/04/10. Isso significa que a minha última menstruação foi em 18/07/09, mas eu suspeito disso aí. Eu saí do meu emprego no dia 27/07 e me lembro de não ter ficado menstruada há mais tempo. Na época, achava que minha última menstruação tinha sido no final de junho, pra falar a verdade. Então, sinceramente, não me lembro, mas continuo achando que estou 2 semanas adiantada na gravidez, especialmente porque os meus sintomas batem com o de 2 semanas adiante, além do peso do Paul no último ultra (ele estava com 1400g, quando deveria estar com 1100g, mais ou menos). Então, em abril, estaremos em alerta desde o começo. Fiz a cesárea acreditando que estava de 39 semanas mas meu filho foi diagnosticado como tendo 37. Por isso, tentantes, anotem sempre o dia da menstruação. Eu não anotei e isso foi ruim, pois precisei confiar no ultra e ele não foi preciso.

Chá de bebê. Fiz 2, porque nossas famílias moram em lados opostos da cidade. Foi bom, porque é bacana estar entre amigos, é um momento pra lembrar etc, fora que ganhamos bastante presente (nem vou precisar comprar fraldas por enquanto). Porém, é cansativo sim, e gasta-se bastante, mesmo que você não queira. Acho que, se fosse fazer novamente, teria feito algo super simples e pedido só fraldas, com presentes opcionais, porque os outros itens prefiro comprar eu mesma (shampoo, sabonete etc). Ganhei 2 talcos sem ter pedido, por exemplo, e nunca eu vou usar isso no meu filho. Teria pedido menos fraldas P e mais em tamanhos variados (de P a GG). Perdi muita fralda P. Doei tudo. Fora que algumas deram alergia. Eu recomendo não fazer estoque. Comprar para o comecinho de várias marcas diferentes (pacote pequeno) e testar. Aquela que você gostar mais, você compra pra sempre. Eu ganhei muitas fraldas da Turma da Mônica e todas elas vazavam com o meu filho. Minha prima comprou só Pampers e o filho dela teve alergia.

Montar quartinho. Tempo certo pra fazer isso: entre o 4º e o 7º mês. Não deixe pra depois. Agora eu preciso ficar de repouso e não tenho berço, por exemplo. Faça quando tem tempo e disposição. Não deixe pra depois, pra não se arrepender. Quanto às compras, como estamos em obras, e o Paul ficará no quarto conosco por enquanto, nós fizemos o seguinte: pintamos o teto e as paredes, para limpar mesmo, e compramos (ou vamos comprar) somente o necessário. Isso inclui o berço, roupa de cama, uma banheira simples, um carrinho bem estruturado (não temos carro e andamos bastante a pé) e só. Tinha acabado de comprar uma cômoda antes de engravidar, que ficou para as roupinhas do bebê. Não compramos poltrona de amamentação, banheira com trocador nem nada do tipo. Quando estiver com o enxoval e o quarto todo completo, vou tirar fotos e fazer um post especial sobre o assunto. Um dia antes do parto, comprei a banheira com trocador e foi a melhor aquisição de todas. É o que eu mais uso. Dê uma olhada no meu post sobre a revisão do enxoval do Paul (link no final da página).

Roupinhas. Comprei o básico no Brás, bem baratinho, e vou complementando com peças legais que vou encontrando por aí. Roupas que eu comprei: body, mijão e macacão. Não fique esperando ganhar roupinhas. Compre o necessário para quando o bebê nascer, e o que ganhar será lucro. Mas não dependa disso pra não se decepcionar e depois entrar em desespero porque não tem nada. Perde muito rápido, mas isso não é desculpa para comprar pouca roupa de cada tamanho! Tem que comprar, não tem jeito.

Enxoval no geral. Sou adepta da simplicidade voluntária e quis economizar o máximo possível comprando somente o necessário. Veja alguns posts anteriores sobre o assunto clicando aqui. Veja também as minhas dicas definitivas pra economizar na compra do enxoval, que atualizo sempre que tenho informações novas que possam ser úteis.

Remédios. Evito tomar qualquer tipo de remédio, mesmo os “autorizados”. Todos os dias tomo o polivitamínico, que é recomendação. Para dor de cabeça, Tylenol, mas só tomo quando está insuportável (tive umas crises de dor). Para dores no geral (costas e cólicas), Buscopan Plus, mas também só tomo se está demais. Dramin, quando estou morrendo de enjôo. Evito mesmo qualquer remédio.

Sono. No momento, não consigo mais dormir direito. De barriga para cima não dá, porque dóem as costas, o útero pressiona tudo lá dentro, é difícil. De lado, cansa. Virar de um lado para o outro é um martírio, porque é tudo muito pesado. Minha solução: ir dormir somente quando estou exausta, com muito sono mesmo, porque daí é menor o sofrimento. Não tem muito o que fazer. E isso é ruim porque depois que o bebê nasce (e até entrar na faculdade, provavelmente), seu sono vai ser… hm… diferente.

Opiniões. Acho que isso é muito importante citar aqui. Você vai ler e ouvir muitas, muitas opiniões, de todos os tipos e pessoas. Não se estresse. Ouça, agradeça o conselho e pesquise a respeito para tirar a sua própria conclusão. Nunca, NUNCA discuta com uma pessoa porque ela tem a opinião diferente da sua. É aquela velha história: não tente ensinar um porco a dançar, porque você não vai conseguir, além de irritar o porco. É isso. Tanto na gravidez quanto depois que o bebê nascer, você vai ser bombardeada. Seja gentil, mas não pire.

Informação. Também acho importante falar. Leia, se informe, participe de fóruns e comunidades, acesse sites, leia artigos, livros, enfim, o que puder, para ter excesso de informação, não falta. É fundamental ter um conhecimento básico de tudo na gravidez, do que está acontecendo com você, com seu bebê, sobre como será o parto, as primeiras semanas do recém-nascido etc. Não fique à mercê de situações “sinuca de bico”, quando precisa decidir sem ter como pesquisar ou pedir uma segunda opinião. Seja uma mamãe consciente. Reforço essa dica.

Informações sobre cuidados com o bebê. Não leia somente sobre a gravidez, mas sobre cuidados específicos. Quando você está no pós-parto e vira fonte de leite, amamentando o tempo todo e ainda se recuperando, precisando descansar, a última coisa que você terá tempo (e pique) é pesquisar alguma coisa na internet ou nos seus livros. Então leia antes, se programe e deixe separadas algumas leituras que você considera essenciais (sobre amamentação, cuidados, remédios, sintomas etc) para ler “quando der”.


Recrute ajuda. Quanto mais gente te ajudar no resguardo, melhor. Na primeira semana, então, é fundamental. Se você fará uma cesárea, é melhor ter alguém o dia todo com você trocando fraldas, arrumando a casa, cuidando das roupas, da comida. O ideal é que a sua função seja exclusivamente amamentar, porque é o que você fará o tempo inteiro. É cansativo, você quase não dormirá, então precisa que alguém te ajude com as outras coisas que não precisam necessariamente ser feitas por você. Respeitar o resguardo é fundamental. Quando acabam as seis semanas, parece que se opera um milagre e você fica bem mesmo. Mas, se cismar em fazer tudo, limpar a casa, centralizar as atividades com o bebê e tudo o mais, você vai sentir na pele e pode até ficar doente! Sério! Cuidado, pegue leve, pense que são só seis semanas e depois você faz o que você quiser.

Organize-se. Se eu tiver um segundo filho, duas semanas antes do parto já começarei a deixar congeladas refeições para durante pelo menos duas semanas do pós-parto. Comprarei tudo o que for necessário ter na despensa (inclusive cosméticos), para sair e me preocupar o menos possível. Se eu tiver condições, contratarei uma empregada para cuidar da casa e da lavanderia pelo menos durante um mês.

É muita ansiedade e você cometerá vários erros, mas com tudo a gente aprende! Vai dar tudo certo! Use sempre sua intuição materna e boa sorte!

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6 Responses to Dicas para mães de primeira viagem (como eu).

  1. helena says:

    Amei o seu post, to gravidinha e acompanho o family e aqui consegui várias informações bem importantes pra gente ansiosa como eu, todas mamães vão adorar!!!

  2. Fabiana says:

    Adorei o seu blog, sou mamãe de 1a viagem.Bjos

  3. Olá Thais tenho acompanhado o seu blog, tb sou mamãe de primeira viagem. Seu Post ficou excelente. Um grande abraço em vcs 🙂

  4. Cacau says:

    Thais, parabens pelo post. Sou bem tranquila e pouco ansiosa mas a maiorias das informações que você relata são valiosíssimas estamos vivendo o mesmo mês, mas com rotinas bem diferentes muitas das coisas que você cita já conheço e algumas não, o que é muito legal. Parabéns pela sua redação direta e verdadeira como tem que ser. bjs,Cacau

  5. Núbia says:

    Menina vc esta pronta pra escrever um livro. Seu blog é show. Bem escrito, bem objetivo e sem firulas. Amei.As suas dicas então…..nooossa,…maravilhosa. Vc esta de parabéns. Ainda nem engravidei, mas vou guardar seu blog com todo carinho, pois tem dicas ótimas e melhor reais. Sem ser aquelas de livros e sim da VIDA REAL.Um grande abraçoe mais uma vez PARABÉNS PELO SEU LINDO BLOG.BjsNúbia RJ

  6. Thais says:

    obrigada, núbia! =)

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